ASTROLOGIA – Programação dos Cursos 2016

PROGRAMAÇÃO DOS CURSOS EM JOÃO PESSOA

 

JANEIRO – sábado 09 – Júpiter no 4º quadrante

                   – domingo 10 – Aspectos de Júpiter e Sol na 3ª casa

 

                   – sábado 23 – Sol no primeiro quadrante

                   – domingo 24 – Sol no segundo quadrante

 

   – sábado 30 – Mapa de Personalidades (1)

 

FEVEREIRO – sábado 13 – Aspectos harmônicos de Júpiter e Sol na 4ª casa

                   – domingo 14 – Aspectos desarmônicos Júpiter e Sol na 4ª casa

 

                   – sábado 27 – Sol no terceiro quadrante

                   – domingo 28 – Sol no quarto quadrante

 

MARÇO   – sábado 05 – Aspectos harmônicos de Júpiter e Sol na 5ª casa

                   – domingo 06 – Aspectos desarmônicos Júpiter e Sol na 5ª casa

 

                   – sábado 19 – Lua no primeiro quadrante

                   – domingo 20 – Lua no segundo quadrante

 

ABRIL     – sábado 02 – Aspectos harmônicos de Júpiter e Sol na 6ª casa

                   – domingo 03 – Aspectos desarmônicos Júpiter e Sol na 6ª casa

 

                   – sábado 16 – Lua no terceiro quadrante

                   – domingo 17 – Lua no quarto quadrante

 

                   – sábado 30 – Mapa de Personalidades (1)

 

MAIO       – sábado 07 – Aspectos harmônicos de Júpiter e Sol na 7ª casa

                   – domingo 08 – Aspectos desarmônicos Júpiter e Sol na 7ª casa

 

                   – sábado 14 – Mercúrio no primeiro quadrante

                   – domingo 15 – Mercúrio no segundo quadrante

 

JUNHO       –  FÉRIAS

 

JULHO    – sábado 16 – Aspectos harmônicos de Júpiter e Sol na 8ª casa

                   – domingo 17 – Aspectos desarmônicos Júpiter e Sol na 8ª casa

 

                   – sábado 30 – Mercúrio no terceiro quadrante

                   – domingo 31 – Mercúrio no quarto quadrante

 

AGOSTO  – sábado 13 – Aspectos harmônicos de Júpiter e Sol na 9ª casa

                   – domingo 14 – Aspectos desarmônicos Júpiter e Sol na 9ª casa

 

                   – sábado 27 – Marte no primeiro quadrante

                   – domingo 28 – Marte no segundo quadrante

 

SETEMBRO – sábado 10 – Aspectos harmônicos de Júpiter e Sol na 10ª casa

                   – domingo 11 – Aspectos desarmônicos Júpiter e Sol na 10ª casa

 

                   – sábado 24 – Marte no terceiro quadrante

                   – domingo 25 – Marte no quarto quadrante

 

OUTUBRO    – sábado 01 – Mapa de Personalidades (3)

 

                   – sábado 15 – Aspectos harmônicos de Júpiter e Sol na 11ª casa

                   – domingo 16 – Aspectos desarmônicos Júpiter e Sol na 11ª casa

 

                   – sábado 29 – Vênus no primeiro quadrante

                   – domingo 30 – Vênus no segundo quadrante

 

NOVEMBRO  – sábado 05 – Aspectos harmônicos de Júpiter e Sol na 12ª casa

                         – domingo 06 – Aspectos desarmônicos Júpiter/Sol na 12ª casa

 

                   – sábado 19 – Vênus no terceiro quadrante

                   – domingo 20 – Vênus no quarto quadrante

 

                   – sábado 26 – Mapa de Personalidades (4)

 

DEZEMBRO – sábado 10 – Confraternização

 

 

  • Aulas do nível adiantado
  • Aulas do nível intermediário
  • Aulas abertas aos dois grupos

ASTROLOGIA E ASTROLOGIA CÁRMICA, em DVD

ASTROLOGIA CÁRMICA EM DVD

 

COLEÇÃO ASTROLOGIA CÁRMICA EM DVD

VOLUME I – NODOS LUNARES – Os Carmas Principais

Olá para Todos !

Estou dando início a um projeto de aulas gravadas em DVD sobre o conhecimento da “Astrologia Cármica”.

O objetivo é de constituir uma Coleção que abrace a noção completa deste estudo, e que estará sendo divulgada, através de módulos semestrais, contendo, cada um, tópicos específicos do aprendizado.

Desta forma, o conhecimento estará sendo transmitido, gradualmente, e sendo absorvido à proporção que a Coleção estiver sendo constituída.

Tenho a grata satisfação de anunciar para vcs, que o Primeiro Volume desta série já se encontra disponível à comercialização, e foi direcionado à compreensão dos “Nodos Lunares”, cujo estudo apresentará os Seis Carmas Principais, atuando dentro de suas Doze Áreas de Manifestação.

As encomendas poderão ser tratadas localmente, em João Pessoa, mas, também, enviadas pelos correios para outros destinos.

O valor para essa unidade foi fixado em R$ 170,00 
Os interessados poderão entrar em contato através de astrocarmica@gmail.com 

Atenciosamente,

Elisabeth Licata

Nodos Lunares

COLEÇÃO ASTROLOGIA CÁRMICA EM DVD

VOLUME II – FASES DA LUA – Os Estágios Evolutivos

Um novo Olá para Todos,

Como foi anunciado, anteriormente, estou preparando uma Coleção de vídeos em DVD, para atender a demanda de alguns alunos de Astrologia, interessados em conhecer os princípios da “Astrologia Cármica”, de maneira não presencial.

No início deste ano, lançamos o Volume I, NODOS LUNARES, contendo as informações relativas aos “Seis Carmas Principais”, manifestados em suas doze áreas de expressão e aprendizado.

Desta vez, dando continuidade à proposta, estamos divulgando o lançamento do Volume II, FASES DA LUA, que apresentará “Os Quatro Estágios Evolutivos” para cada uma dessas etapas de crescimento. Estudo que pretende trazer a compreensão dos diferentes ‘ritmos de ajustes individuais’, para cada uma das doze manifestações cármicas.

Esperando que este novo tópico, continue empolgando vcs, desejo a todos…

“Uma excelente viagem”!

capa-dvd1

NOÇÕES DE ASTROLOGIA EM DVD

ASTROLOGIA EM DVD

Salve Amigos !
 
Tendo em vista a aproximação do Natal, alguns clientes e alunos, manifestaram o desejo de possuírem o “Curso de Astrologia para Principiantes” que, inicialmente, foi concebido apenas no “modo virtual com 6 vídeos”, em uma versão “mais física”, a fim de poderem presentearem algumas pessoas.
 
Pensando em atender esta solicitação, estaremos providenciando a apresentação da totalidade do trabalho virtual de 6 vídeos, em um único DVDmantendo o mesmo valor de lançamento de R$ 170,00, acrescido do bônus promocional do livro “Descobrindo a Astrologia”, na versão digital.
 
Se for do seu interesse encomendar, poderá ser realizado um depósito ou transferência bancária, e a partir da confirmação do pagamento, vc poderá receber seu DVD pessoalmente na nossa Escola de AstroYoga em João Pessoa, ou, pelos correios.

 Por favor, entre em contato através do email : astralicata@gmail.com 
 
Atenciosamente,

Elisabeth Licata

A SAGA DOS CAPELINOS, Entrevista com o ALBERT DAHOUI

A Saga Dos Capelinos, Entrevista com o autor ALBERT DAHOUI

A Jornada: Você vem de uma família Espírita? Como foi seu início no Espiritismo?

Dahoui: Minha família foi muito interessante em termos religiosos, mas não me deu nenhuma base religiosa. Eu fui educado pelos meus avôs paterno, e mesmo sendo pessoas que acreditavam em Deus, não eram de freqüentar igrejas ou templos. Meu avô Albert foi um pouco de tudo. Como era diplomata, foi budista quando esteve na Índia e na China, foi Espírita de freqüentar mesas espíritas, mas acabou morrendo Protestante. Eu sempre digo brincando que ele morreu protestando, pois achava que ainda tinha mais dez anos de vida: a cigana o enganou, literalmente. Já meu pai tornou-se espírita no Brasil e o é até hoje, sem contudo freqüentar centros, mesmo que já o tenha feito em passado distante.
Eu me tornei espírita em 1969, com vinte e dois anos. Eu nunca recebi nenhum tipo de educação religiosa em casa, portanto a minha primeira influência foi a igreja católica, pois estudei no Colégio Marista de Recife, e lá fui devidamente catequizado (ninguém é perfeito!). Aos dezessete anos, tornei-me ateu, daqueles que podem dizer que não eram à toa. Era fanaticamente materialista, procurando através da ciência as explicações físicas e metafísicas para a vida.
Em 1969, aos vinte e dois anos, comecei a namorar minha primeira esposa e ela era espírita. Da umbanda, mesmo que muitos puristas hão de dizer que Umbanda não é espiritismo do tipo kardecista. Sem maiores polêmicas, ela era espírita, pois lia e conhecia bem Allan Kardec. Após muita insistência de minha parte, acabei sendo levado ao seu centro, quando – pasmem – tive uma manifestação interessantíssima. Um espírito incorporou-se, como se diz no linguajar comum, e me arremessou contra o chão, após um vôo sensacional. Assim que me levantei, já livre da incorporação, meu corpo todo tremia, mesmo que jamais estive tão calmo quanto naquele momento. Pensei comigo: ou enlouqueci ou existe algo nessa coisa toda que preciso descobrir. Alguns dias depois, entrava para o centro de Umbanda. Isso foi em 26 de julho de 1969. Como é que sei? Era festa de Santana.
A Jornada: Qual é o seu envolvimento com o movimento Espírita?

Dahoui: Depende como se vê esse assunto. Na realidade, eu continuo no mesmo centro desde aquela época, com intervalos para viagens, mudanças de cidade e outros contratempos. Sou apenas um médium da casa, sem nenhum posto especial, e aliás nem quero mais do que isso. Portanto, não participo de nenhum movimento espírita tradicional. Aliás, nem sei se existem, pois não estou a par de nenhum deles em específico, a não ser aqueles de caridade que vários centros fazem de acordo com seus calendários.
A Jornada: Possui algum tipo de mediunidade? Como lidou com ela no inicio?

Dahoui: A mediunidade que acabei por desenvolver, lenta e gradativamente, foi a de incorporação. Desde o início, como eu era materialista e tinha entrado para o centro por curiosidade intelectual, eu levei muitos anos para acreditar de fato em tudo que me acontecia. Aliás, até hoje, eu continuo colocando em dúvida tudo que leio, escuto e sinto. Como sou muito racional, analiso tudo com grande cautela e tornei um adepto do não-radicalismo, pois já aconteceu de hoje acreditar em coisas que ontem duvidava, e vice-versa.

A Jornada: Possui Livros publicados?

Dahoui: Tenho nove livros publicados. Trata-se de uma série de sete livros chamado A Saga dos capelinos (a queda dos anjos, a era dos deuses, o primeiro faraó, os patriarcas de Yahveh, Moisés o enviado de Yahveh, Jesus o divino discípulo e Jesus o divino mestre). Todos são romances. Um oitavo livro me foi solicitado pelo editor e é o único não-ficção chamado The Making of A saga dos capelinos, que explica como foram escritos os livros, o raciocínio utilizado etc. O nono livro é Shiva a alvorada da Índia, que é um romance também.
Todos os meus livros são ficção, baseados em pesquisas históricas (desk-research) e na tentativa de explicar os mitos, as lendas, através da história e dos fenômenos espirituais. Para horror de muitos dos meus leitores, que imaginam que sou um veículo da alta espiritualidade, os livros não são psicografados e acho que nem mesmo foram intuídos por nenhum mestre espiritual. Se foi, pelo menos não senti nada de especial. Como sei? Todos os meus livros foram escritos e rescritos pelo menos três vezes. Se fosse algo espiritual, teria vindo bem mais pronto, sem tantos erros que me obrigaram a reescrever tantas vezes. (Saibam que é comum um escritor reescrever várias vezes um livro – Ernest Hemingway reescreveu Adeus às Armas, 36 vezes até chegar ao original.)

A Jornada: Como seus livros foram recebidos pelo meio espírita? Foram bem aceitos?

Dahoui: Meu editor Alexandre Rocha da Editora Lachâtre ficou preocupado com a possível recepção negativa do público espírita. Para tanto, abriu um selo novo chamado HERESIS e lançou meus livros. Mas a receptividade foi boa e público espírita de modo geral recebeu bem. No entanto, o brasileiro não tem o hábito do americano e do europeu de criticar. Quando não gosta, não externa, o que é uma lástima. Prefiro receber uma crítica ferrenha e até mesmo mal educada do que um elogio. Claro que o elogio ‘massageia’ o ego, mas não me aprimora nem como pessoa nem como escritor. Quando eu recebo uma crítica, eu me aperfeiçôo, e isto é fundamental para mim. Portanto, amigos, critiquem tudo. Mandem-me e-mail falando tudo que você quiser (adahoui@yahoo.com.br).
A Jornada: Você está trabalhando em algum livro no momento? Pode nos adiantar algo?

Dahoui: Sou um escritor compulsivo. Atualmente estou reescrevendo A guerra do Ferro. Trata-se de um épico sobre os Orixás. É dividido em dois volumes: Orinxalá e Odudua. Além disso, acabei de traduzir para o inglês o primeiro livro: A queda dos anjos. Só que fiz uma versão ampliada e modificada da edição nacional. Estou, portanto, à procura de editá-lo no exterior. Tenho também um livro que vou reescrever chamado Num piscar de olhos. Tenho um pocket-book pronto para ser lançado chamado Resgate de sangue (tchan-tchan-tchan). Como você pode ver, tenho vários projetos simultâneos. Coisa de louco!
A Jornada: Qual a sua atividade profissional?

Dahoui: Escritor.
A Jornada: Como concilia a parte profissional com o Espiritismo? Há conflitos?

Dahoui: No passado, quando trabalhei para grandes empresas e fui diretor comercial de várias delas, nunca tive problemas de conciliar a parte profissional com o Espiritismo.
A Jornada: Sabemos que ainda há muito preconceito e desinformação a respeito do Espiritismo. Isto já refletiu em sua atividade profissional?

Dahoui: Nunca, mesmo que todos soubessem que eu era Umbandista e Espírita. Todavia, nunca perturbei ninguém no meu trabalho com proselitismo. Eu só perturbo as pessoas fora do trabalho.
A Jornada: Espiritismo é religião?

Dahoui: Sim. Pura e simplesmente sim. Qualquer palavra adicional é supérflua.
A Jornada: Como você vê o crescimento da Doutrina Espírita no Brasil e no Mundo?

Dahoui: Um fracasso! Na França, berço do Espiritismo ninguém conhece Allan Kardec. Incrível, não é mesmo? No resto do mundo, o Espiritismo Kardecista não existe. Nem mesmo os livros que tratam do assunto, conhecem Allan Kardec. No Brasil, ainda se conhece o mestre francês, mas o espiritismo kardecista foi abafado pela Umbanda e pelo Candomblé (Diga-se de passagem, eu sou ‘feito’ no Candomblé, portanto nada contra, mas nada muito a favor também!?) Os centros espíritas kardecista no Brasil estão tão afastados das práticas que Allan Kardec instituiu que são irreconhecíveis (É raro encontrar um centro kardecista que você possa falar com alguma entidade. A maioria nem sequer incorpora entidades; tudo se passa sem o contato direto do público com os espíritos). Por isso que a Umbanda tem crescido tanto, mas a maioria do povo só vai para Umbanda quando está em crise. Caso contrário, a renega e a considera como uma expressão menor, especialmente a elite.
A Jornada: Qual a maior dificuldade que a Doutrina Espírita enfrenta para sua aceitação?

Dahoui: Vamos dividir a resposta em blocos. Inicialmente, o Espiritismo Kardecista é por demais elitista e complexo para as pessoas comuns. Os intelectuais espíritas estão afastados dos problemas do dia-a-dia. Não se envolvem com a política, preferem lidar com problemas que consideram de ordem superior e dificilmente descem ao problema da grande população (falta de emprego, falta de perspectivas, etc.). Pelo seu lado, a Umbanda, que muitos nem sequer consideram Espiritismo, é uma colcha de retalhos de idéias africanas, kardecistas e católicas. É uma mixórdia da qual nem seus participantes conhecem a base filosófica corretamente. O candomblé, então, é muito pior, mesmo que ultimamente tem havido uma melhora no nível dos pais e mães de santo. No entanto, continuam longe de qualquer conceituação única; cada um é o dono da verdade.
O Esoterismo, de várias ramificações entre elas, a Teosofia, o Rosacruz, os cultos de ordem tibetana, hinduístas, Wicca etc., são uma loucura completa. Acreditam em tanta sandice que me dá vontade de escrever um livro cujo título seria: Em matéria de religião, somos todos idiotas, inclusive eu, e teria como subtítulo: meu ouvido não é pinico. É impressionante a quantidade de baboseiras que escuto diariamente de espíritas, esotéricos, ufólogos, etc.
Naturalmente, o leitor deverá estar se perguntando se o autor é um louco ou se ele acha que só ele acha que é dono da verdade. Claro que todo se acha o dono da verdade. Nunca conheci ninguém que me dissesse que acredita em mentiras e que tudo que ele fala são inverdades. Todos nós, seres humanos, achamos que somos os donos da verdade. Por que eu seria o único a não achar que também não seria o dono dela? Por outro lado, eu lhe pergunto se você se questiona duramente, severamente, sobre suas idéias diariamente? Pois eu faço isso cada dia, sem deixar um dia sequer de fora. Diga-me como é que pessoas podem achar que foram golfinhos em Tau Ceti, ou que foram uma luz em Marte que ficou vagando por séculos, ou que é um capelino exilado, até hoje? Como é que alguém pode acreditar que ETs vem de distâncias colossais para dar mensagens tão óbvias, tais como ‘só o amor constrói’? Como é que alguém pode acreditar num Deus de imensa crueldade que se arrepende de sua obra e que resolve destruir sua criação (Ele é ou não Onisciente?)? Ou como pode acreditar que se eu não der um ebó para Exu, ele vai me perseguir até a morte? Vou parar por aqui, pois a lista é imensa.
A Jornada: Nós espíritas somos muito questionados a respeito da Doutrina Espírita e constantemente somos provocados a justificar nossa crença em confronto com a Bíblia. Na sua opinião, devemos entrar nesse tipo de debate para defender a Doutrina Espírita ou não?

Dahoui: Devemos sim, debater e muito. Temos que dizer que a Bíblia foi um livro escrito pelos homens, no ano 440 a.C., devidamente compilado por Ezra, a partir da Grande Assembléia de Notáveis. Temos que mostrar que não há nada de sagrado nesse livro. Na realidade, se você olhar com cuidado, não passa de um livro que denigre a imagem de Deus. (Como é que Deus e o diabo se mancomunam para ‘sacanear’ o pobre de Jó?) Ou se pode dizer que é um livro pornográfico (As duas filhas de Lot embebedam o pai para transar com ele, ou que Onã simplesmente goza no chão para não gerar um filho em sua esposa?). Que diabo de livro é esse? Zarathustra também diz que recebeu o Zend Avesta diretamente de Ahura Mazda (Deus). Quem não acha que sua religião é a mais pura expressão da verdade? Pois se o espírita acha que sua religião também é a VERDADE, então deve defendê-la com unhas e dentes.
A Jornada: O Brasil é um pais onde a grande maioria é Católica ou Evangélica, mas algumas pesquisas indicam que grande parte da população não Espírita acredita em reencarnação. Como podemos interpretar isto?

Dahoui: Todo mundo é ignorante, inclusive eu. Todos somos ignorantes em matéria de filosofia e religião (estou incluído nessa categoria num pedestal, como o mais ignorante e arrogante deles). Uma vez falei com um amigo, extremamente inteligente, culto e católico, que acreditava em reencarnação. Como você pode ser católico e acreditar em reencarnação? Pois ele não sabia que igreja católica não aceita a reencarnação. Igual a ele, há milhões. Acreditam em reencarnação, mas não querem nada com o Espiritismo. Eu? Me meter com espíritos? Incorporara e falar eche, zin fio. Nunca! O evangélico, na sua grande maioria, é de uma ignorância crassa, inclusive os pastores, com raras exceções. Como é que podem julgar o que é reencarnação? Pare e pensem. O assunto é extremamente complexo e é muito fácil ‘se viajar na maionese’. Lembra daquele que foi uma luz em Marte (é um juiz togado), do golfinho de Tau Ceti (professor universitário), o que recebia mensagens de ETs sobre como só o amor constrói (empresário, advogado)? Ora se os mais cultos são capazes de imaginar as coisas mais loucas possíveis, imagine então os ignorantes. Os americanos, esses então, pelos filmes que fazem sobre espírito, o demônio e outras baboseiras, dá até dó. Ou não dá? Solução: milhares de anos, muita educação e discussão, coragem para derrubar mitos e quebrar ídolos de pé de barro. Você tem coragem para isso? Ou prefere ficar comodamente na sua posição de dono da verdade? Escreva, faça criticas, seja agressivo e defenda suas idéias. Bote o pescoço para fora, sua tartaruga!
A Jornada: Segundo Emmanuel a maior caridade que podemos fazer para a Doutrina Espírita é a sua divulgação. O que podemos fazer para contribuir neste sentido?
Dahoui: Certíssimo. Educação, discussão, debates, muita agressividade (no sentido intelectual, nunca físico). Falar a língua do ignorante (simplicidade e objetividade), filmes, etc.
É sonho, pois o espírita (kardecista, umbandista e candomblezeiro (será que é assim que se escreve?)) é antes de mais nada desunido. Cada um por si. Tudo isso que estou dizendo requer muito dinheiro. O leitor irá me dizer por que não escrevo um livro simples para explicar a doutrina espírita. Resposta: ninguém quer editar um livro simples e baratinho. Além do que seria necessário muito mais do que apenas um livro.
A Jornada: Em sua opinião, o fato de Jesus ter usado parábolas para ministrar seus ensinamentos e não ter escrito nada, ajudou ou prejudicou o entendimento do Cristianismo? Se tivesse escrito, conforme fez Kardec com a codificação Espírita, reduziria as multidivisões futuras e melhoraria o entendimento?

Dahoui: Jesus deixou tudo escrito através de seu irmão gêmeo, Judas o Tomé. Ele é que compilou o que o irmão falou e, muitas vezes, eles discutiram vários assuntos. (Vide Atos de Tomé, capítulo 39, Tomé (que quer dizer gêmeo em siríaco) estava pregando quando foi interpelado nos seguintes termos “…Irmão gêmeo do Cristo, apóstolo do Altíssimo e co-iniciador da palavra oculta do Cristo, tu que recebeste seus ensinamento secretos.). No entanto, mesmo que ele tivesse escrito pessoalmente, teria havido, no decorrer dos séculos, interpretações as mais variadas. Platão já dizia que se fosse o governante do Mundo, a sua primeira medida seria dar um único sentido às palavras. Portanto, mesmo que Jesus tivesse escrito, sempre haveria pessoas para dizer que não foi bem ele que escreveu, que mexeram nos seus escritos, etc. Vários livros receberam interpolações posteriores para ficar ao gosto do poder religioso da época. Por que os escritos de Jesus também não sofreriam esta mesma interpolação?
A Jornada: Que obras considera obrigatórias na biblioteca espírita?

Dahoui: Obviamente todas as obras de Allan Kardec e também a série de livros psicografados por André Luiz (Nosso lar etc.) Entretanto, acho que seria fundamental que houvesse uma adaptação de linguagem para nossa era. Por exemplo, André Luiz é por demais Machadiano. Sua leitura se torna cansativa, suas frases são imensas e o leitor menos culto tem dificuldade de ler e de apreender o sentido das coisas. Teria que se solicitar permissão do André Luiz, através de Chico Xavier, para que seus livros pudessem ser reescritos em linguajar contemporâneo e que, no final, houvesse uma sinopse dos principais temas abordados, facilitando a apreensão do leitor. Por que falo de André Luiz e não de outros livros similares? Apenas peguei André Luiz como base, mas por exemplo o Livro dos Espíritos também deveria sofrer os mesmo tipo de trabalho. É fundamental que se possa fazer livros simples, de bolso, a preço de US$ 3,00. Mas para tanto, é preciso se fazer uma boa divulgação etc. Não estou propondo nada fácil. Não há milagres, só há trabalho duro e muito dinheiro! Imagine um grupo de espíritas ricos, que queiram ganhar ainda mais dinheiro (nada de sonhos, pé no chão) e que se proponha a fazer filmes espíritas. Você já pensou que filme fantástico não daria o livro Libertação de André Luiz? Esse é o caminho, creio eu.
A Jornada: Na sua opinião, qual a maior herança que podemos deixar a nossos filhos?

Dahoui: O óbvio: um mundo mais justo.

A Jornada: Considerações finais.

Dahoui:  Considerações finais.

Quando me propus a responder a este questionário, pensei em ser simpático e ‘light’, como dizem os moderninhos de plantão. Cheguei a conclusão no meio do processo de que isso de nada adiantaria; seria um desserviço à causa espírita. Ou nós sacudimos o barco (rock the boat) ou continuaremos sendo ‘engolidos’ pelas demais religiões. O leitor poderá dizer que é tudo bobagem, que todo mundo tem direito a crer no que quiser e que nós não iremos mudar o mundo. Essa é a posição cômoda. No entanto, se o mundo não fosse tão ignorante em matéria de religião, não haveria homens-bombas no WTC em 11 de Setembro, não haveria homens-bombas nas ruas de Jerusalém, não haveria tanto preconceito etc. O que podemos fazer? O caminho é a divulgação da filosofia religiosa espírita, só que num caminho mais amplo. Por que ficar apenas com Jesus Cristo? Por que não abordar as coisas num patamar ainda mais alto: o próprio Deus. Vocês que vieram do catolicismo e das igrejas evangélicas parecem ter uma dificuldade enorme em se desvencilhar da imagem de Jesus. Esqueçam um pouco sua figura. Concentrem-se na sua doutrina. Lembrem-se de que quando lhe disseram que ele era bom, ele respondeu que bom era o Pai. Ele quer que amemos o Pai e não que glorifiquemos sua pessoa. Pois é no Pai, DEUS, que devemos nos concentrar. Devemos procurar entende-lO. Jesus é apenas o mensageiro e não é a mensagem. O importante é Deus, pois quanto mais nós O entendemos, mais compreendemos como funciona sua obra, nossa vida, nosso destino, nossos problemas e, principalmente, a solução de nossa existência. Este é o ponto nevrálgico de toda a questão: entender Deus ao máximo dentro de nossas limitações espirituais.
Um abraço a todos.

Clique na imagen abaixo para descubrir os livros da serie.

A saga dos capelinos

O PERDÃO NOS DOZE SIGNOS

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Então, você cometeu alguns equívocos e magoou, enganou ou decepcionou alguém. Você quer saber quais são as chances de ser perdoado?

Bem, isso depende de uma série de coisas – a natureza do seu relacionamento, o que você faria para desculpar-se. Porém, se você conhece um pouco de astrologia, sabe que diferentes signos têm reações emocionais diversas, e isso poderá influenciar quando falamos da resposta emocional a um pedido de perdão.

Qual é o signo mais inclinado a perdoar? Qual o signo que jamais deixará você esquecer o que fez? E qual exigirá que você faça por merecer sua confiança de volta?

Continue lendo para saber quais são as suas chances com cada signo.

 

Áries (21 Mar-19 Abr):

Áries irá lhe “perdoar” mas só da boca para fora. Quando Áries está magoado, primeiro, sentirá muita raiva depois, irá se acalmar e esquecer. Apenas mais tarde eles poderão lembrar-se do que ocorreu e ter um novo ataque de raiva.

 

Touro (20 Abr-20 Mai):

Infelizmente, Touro jamais perdoará. No momento em que os taurinos sentem-se magoados, não há como fazê-los perdoar. De todos os signos, Touro é o que tem mais chances de levar um ressentimento consigo para o túmulo (e talvez, além dele), e você não tem chance nenhuma de mudar a situação.

 

Gêmeos (21 Mai-20 Jun):

Gêmeos irá perdoar, mas não há como saber quando, como ou porquê. Eles são tão imprevisíveis que poderão perdoar imediatamente, poderão querer discutir o assunto por horas e horas ou você precisará fazê-los rir para obter seu perdão.

 

 Câncer (21 Jun – 22 Jul):

Câncer irá lhe perdoar se você for realmente sincero e tocar o seu coração. Eles são tão empáticos que, se você conseguir apoiar-se no lado emocional da situação e conectar-se com eles em um nível mais profundo, eles poderão lhe perdoar.

 

Leão (23 Jul-22 Ago):

Leão irá lhe perdoar, mas não sem impor condições. Eles são amáveis, positivos e muito leais. Portanto, se você for pessoa chegada a ele, poderá mesmo ser perdoado. Porém, terá também que se esforçar muito para recuperar a confiança que ele depositava em você.

 

Virgem (23 Ago-22 Set):

Virgem irá perdoar mas não esquecer. E, considerando-se que eles normalmente são inflexíveis, usarão isso contra você sempre que acharem conveniente.

 

Libra (23 Set – 22 Out):

Libra irá lhe perdoar e seguir adiante. É importante para eles manter as coisas equilibradas. Portanto, se você lhe der uma boa razão para ser perdoado, não terá maiores problemas.

 

 Escorpião (23 Out-21 Nov):

Você irá precisa de muita sorte para conseguir ser perdoado por um Escorpião. Na melhor das hipóteses, você terá que provar-lhe que vez um grande e profundo exame de consciência e merece uma segunda chance. Na pior das hipóteses, eles se vingarão de você.

 

Sagitário (22 Nov-21 Dez):

Não há como saber se um Sagitário perdoará ou não. Se perdoar for parte de sua autoimagem, de sua identidade, tudo bem. Mas se ele for obstinado e “sabe-tudo”, suas chances são mínimas.

 

 Capricórnio (22 Dez-19 Jan):

Capricórnio jamais irá perdoar de verdade, mas eles vão fingir que sim, enquanto lhes for conveniente. Você poderá descobrir, mais tarde, que nunca foi realmente perdoado.

 

Aquário (20 Jan-18 Fev):

Aquário irá perdoar porque essa é a coisa certa a fazer. Poderá levar algum tempo, mas se você puder persuadi-los de que há boas razões para você ser perdoado, poderá acelerar o processo.

 

 Peixes (19 Fev-20 Mar):

Peixes irá, após algum tempo, lhe perdoar. Piscianos não gostam de guardar ressentimentos, isso pesa neles. Portanto, com o tempo, ele provavelmente irá lhe perdoar. Apenas, dê-lhe tempo e espaço para processar tudo e sentirem-se inclinados ao perdão.

 

 zodiacodivertido.com

 

FERNANDO PESSOA E SEU SIMBOLOGISMO ASTROLÓGICO

OS SIGNOS ASTROLÓGICOS, por Fernando Pessoa

O Simbolismo Astrológico segundo seu livro Mar Portuguêz

universso

Em 1934, Fernando Pessoa publicou o único livro de sua carreira, Mensagem, para enviar a um concurso de poesias sobre Portugal. O livro é totalmente simbólico e em sua própria introdução Pessoa pede que o interpretemos como símbolo. É fato público e notório que Fernando Pessoa era astrólogo. Seus escritos astrológicos mais antigos são de 1908, quando o poeta tinha 20 anos. Por toda sua vida ele se utilizou da Astrologia, chegando inclusive a fazer as cartas astrológicas de seus heterônimos e a escrever um tratado sobre o assunto, em 1916, sob o heterônimo de Raphael Baldaya.

Além disso, Pessoa foi templário, maçon, teosofista e outros. Em sua biblioteca, além dos grandes filósofos encontramos obras de Blavatsky, Leadbeater, Krishnamurti, Mabel Collins, Alan Leo, Manly Palmer Hall e Rudolf Steiner. Pessoa inclusive traduziu ‘A Voz do Silêncio” e “Luz no Caminho”. Tudo isso leva a crer que conhecia e trabalhava com astrologia transpessoal. A segunda parte de Mensagem, chamada Mar Portuguêz, é composta de doze poemas que têm uma notável relação com os 12 signos.

Mar Portuguêz – Fernando Pessoa
ÁRIES

I. O INFANTE

Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.
Deus quis que a terra fosse toda uma,
Que o mar unisse, já não separasse.
Sagrou-te, e foste desvendando a espuma,

E a orla branca foi de ilha em continente,
Clareou, correndo, até ao fim do mundo,
E viu-se a terra inteira, de repente,
Surgir, redonda, do azul profundo.

Quem te sagrou criou-te português.
Do mar e nós em ti nos deu sinal.
Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez.
Senhor, falta cumprir-se Portugal!

Áries é o primeiro signo do zodíaco, e Pessoa o relaciona neste poema com o Infante, o jovem. Também é o signo do impulso criador, o impulso para geração das coisas.

“Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.” A partir da vontade de Deus, sem a qual nada aconteceria, do Primeiro Raio, que é o raio de Áries, a iniciativa é colocada na cabeça do homem, e através do uso dessa condição mental chegamos à concretização. O lema transpessoal de Áries é: “Eu surjo, e do plano da mente, governo”. É o próprio uso do sonho do homem.

Áries é o impulso que fecunda, seu regente Marte também rege o esperma, o princípio masculino, ativo, da existência. “Sagrou-te e foste desvendando a espuma” .

E assim surgiu a terra, o próprio ser, a alma, em “Mensagem” simbolizada por Portugal. E como todo signo cardinal, Áries tem a iniciativa, mas falta a persistência e experiência para que o propósito da Alma se cumpra: “Senhor, falta cumprir-se Portugal!”
Mar Portuguêz – Fernando Pessoa
[touro}
TOURO

II. HORIZONTE

O mar anterior a nós, teus medos
Tinham coral e praias e arvoredos.
Desvendadas a noite e a cerração,
As tormentas passadas e o mistério,

Abria em flor o Longe, e o Sul sidério
‘Splendia sobre as naus da iniciação.
Linha severa da longínqua costa–
Quando a nau se aproxima ergue-se a encosta

Em árvores onde o Longe nada tinha;
Mais perto, abre-se a terra em sons e cores:
E, no desembarcar, há aves, flores,
Onde era só, de longe a abstracta linha

O sonho é ver as formas invisíveis
Da distância imprecisa, e, com sensíveis
Movimentos da esp’rança e da vontade,
Buscar na linha fria do horizonte

A árvore, a praia, a flor, a ave, a fonte –
Os beijos merecidos da Verdade.

Touro é um signo de Terra, o signo do plantio, da realidade material, da busca do concreto. “E no desembarcar, há aves, flores, / Onde era só, de longe a abstracta linha”. Também é um signo de Quarto Raio, o raio da busca da harmonia através dos pares de opostos. De um lado o mar, de outro a terra.

A partir da fecundação em Áries, a Alma parte para o concreto, para a busca da realização.

Touro também está ligado à abertura de uma visão superior das coisas, seu lema transpessoal é “Eu vejo, e quando o olho está aberto, tudo é luz.” “O sonho é ver formas invisíveis” mostra a Alma buscando essa visão superior das coisas, com “Movimentos da esprança e da vontade”. Touro é regido na astrologia comum por Vênus, neste caso simbolizando a esperança, a busca pelo conforto da terra e, na astrologia transpessoal por Vulcano, planeta de Primeiro Raio, o raio da vontade.

E o poeta termina ainda com essa busca da visão superior do Touro: “Os beijos merecidos da Verdade”.

Mar Portuguêz – Fernando Pessoa

GÊMEOS

III. PADRÃO

O esforço é grande e o homem é pequeno.
Eu, Diogo Cão, navegador, deixei
Este padrão ao pé do areal moreno
E para diante naveguei.

A alma é divina e a obra é imperfeita.
Este padrão sinala ao vento e aos céus
Que, da obra ousada, é minha a parte feita:
O por-fazer é só com Deus.

E ao imenso e possível oceano
Ensinam estas Quinas, que aqui vês,
Que o mar com fim será grego ou romano:
O mar sem fim é português.

E a Cruz ao alto diz que o que me há na alma
E faz a febre em mim de navegar
Só encontrará de Deus na eterna calma
O porto sempre por achar.

Gêmeos é o signo onde a Alma aprende a explorar, a se relacionar. E esse relacionamento vai desde o mais profano até o mais sagrado. É o signo onde a personalidade aprende que tem Alma, que existe um componente sagrado em sua vida. “O esforço é grande e o homem é pequeno”. A personalidade percebe isso e isso a faz ir em frente.

O lema transpessoal de Gêmeos é: Eu reconheço meu outro Ego, e no declínio daquele ego eu cresço e brilho. “Eu, Diogo Cão, navegador, deixei / Este padrão ao pé do areal moreno / E para deante naveguei”. Ou “A alma é divina e a obra é imperfeita”.

Ainda mostra esse relacionamento do mais profano com o mais sagrado em todos os versos.

Gêmeos tem que viver diferentes experiências, não é ainda um signo do contato total com a Alma, é um signo da busca deste contato. E Pessoa termina com “O porto sempre por achar”.

Mar Portuguêz – Fernando Pessoa

CÂNCER

IV. O MOSTRENGO

O mostrengo que está no fim do mar
Na noite de breu ergueu-se a voar;
A roda da nau voou três vezes,
Voou três vezes a chiar,

E disse: “Quem é que ousou entrar
Nas minhas cavernas que não desvendo,
Meus tectos negros do fim do mundo?”
E o homem do leme disse, tremendo:

“El-Rei D. João Segundo!”
“De quem são as velas onde me roço?
De quem as quilhas que vejo e ouço?”
Disse o mostrengo, e rodou três vezes,

Três vezes rodou imundo e grosso.
“Quem vem poder o que só eu posso,
Que moro onde nunca ninguém me visse
E escorro os medos do mar sem fundo?”

E o homem do leme tremeu, e disse:
“El-Rei D. João Segundo!”
Três vezes do leme as mãos ergueu,
Três vezes ao leme as reprendeu,

E disse no fim de tremer três vezes:
“Aqui ao leme sou mais do que eu:
Sou um povo que quer o mar que é teu;
E mais que o mostrengo, que me a alma teme

E roda nas trevas do fim do mundo,
Manda a vontade, que me ata ao leme,
De El-Rei D. João Segundo!”

O signo de Câncer é o fim de um processo triplo, de formação do ser: em Áries é conquistada a mente, em Touro a emoção e em Gêmeos o corpo etérico, nossas emanações eletromagnéticas. E o ser está formado, e vai passar agora a enfrentar seus medos, e o difícil processo de se tornar um indivíduo.

A grande dica de que este poema se refere a Câncer se encontra no primeiro verso: “O mostrengo que está no fim do mar”. Podemos fazer uma analogia de “fim do mar” com “fundo do céu”, o lugar natural de câncer no zodíaco.

É em câncer que vamos enfrentar nossos medos ancestrais, que vamos finalmente iluminar os lugares escuros da mente. Por duas vezes a personalidade responde quem é sem o saber ao certo, e da terceira vez se identifica com o clã do qual faz parte: “Aqui ao leme sou mais do que eu: / Sou um povo que quere o mar que é teu;” .

E finalmente percebe que além de ser de um clã é um ser autônomo, que tem seu próprio poder:

“E mais que o mostrengo , que me a alma teme
E roda nas trevas do fim do mundo,
Manda a vontade, que me ata ao leme,
De El-Rei D. João Segundo!”

O lema transpessoal de Câncer é “Eu construo uma casa iluminada e nela habito.” É enfrentar os próprios medos e descobrir que se é responsável pela própria luz.

Mar Portuguêz – Fernando Pessoa

LEÃO

V. EPITÁFIO DE BARTOLOMEU DIAS

Jaz aqui, na pequena praia extrema,
O Capitão do Fim. Dobrado o Assombro,
O mar é o mesmo: já ninguém o tema!
Atlas, mostra alto o mundo no seu ombro.

Leão é o signo da individuação, e da primeira visão com uma real identificação com o outro. A personalidade já sabe que é única, e que com suas características únicas pode ajudar. Já sabe que faz parte da humanidade, que compete a ela carregar sua parte do mundo. Seu lema transpessoal é “Eu sou aquele e aquele sou eu”.

Este poema, o menos de Mar Portuguêz, mostra claramente esta individualização e o fim do egoísmo: “Jaz aqui, na pequena praia extrema, O Capitão do Fim”.

Mostra a mudança de fase na consciência individual em “Dobrado o Assombro, O mar é o mesmo: já ninguém o tema!”.

E finalmente, mostra que está pronto para o serviço: “Atlas, mostra alto o mundo no seu ombro.”.

Mar Portuguêz – Fernando Pessoa

VIRGEM

VI. OS COLOMBOS

Outros haverão de ter
O que houvermos de perder.
Outros poderão achar
O que, no nosso encontrar,

Foi achado, ou não achado,
Segundo o destino dado.
Mas o que a eles não toca
É a Magia que evoca

O Longe e faz dele história.
E por isso a sua glória
É justa auréola dada
Por uma luz emprestada.

Virgem é o signo do aprendizado da humildade, do reconhecimento do amor dentro do coração de cada um. Depois de Leão, a personalidade exercita o servir ao outro.

Neste sentido, todo do poema, onde Pessoa leva a crer que a descoberta da América pelos espanhóis foi conseguida com a luz emprestada dos portugueses (o que é verdade, já que foi Portugal que desenvolveu a tecnologia adequada e Colombo tinha as informações de Bartolomeu Dias), é colocada de forma humilde e sem maiores pretensões. E esta é a lição de Virgem.

Seu lema transpessoal é: “Eu sou a Mãe e o Filho. Eu, Deus, Eu matéria sou.”, simbolizando o Divino que existe em cada criatura de Deus.

Mar Portuguêz – Fernando Pessoa

LIBRA

VII. OCIDENTE

Com duas mãos –o Acto e o Destino–
Desvendámos. No mesmo gesto, ao céu
Uma ergue o fecho trémulo e divino
E a outra afasta o véu.

Fosse a hora que haver ou a que havia
A mão que ao Ocidente o véu rasgou,
Foi a alma a Ciência e corpo a Ousadia
Da mão que desvendou.

Fosse Acaso, ou Vontade, ou Temporal
A mão que ergueu o facho que luziu,
Foi Deus a alma e o corpo Portugal
Da mão que o conduziu.

Libra é o signo dos pares de opostos, do equilíbrio de forças. Seu lema transpessoal é : “Eu escolho o caminho que conduz entre as duas grandes linhas de força.”.

O simbolismo libriano neste poema começa pelo título, pois a posição relativa de Libra no zodíaco é oeste, o ocidente.

Depois temos em todo o poema a dualidade, o positivo e o negativo, o ativo e o passivo, yin e yang, divino e profano: “Com duas mãos – o Ato e o Destino – / Foi a Alma a Ciência e corpo a Ousadia”

Os versos acima também se referem à ousadia e à tecnologia de Urano, que rege Libra a nível transpessoal, e à Vênus Urânia, regente comum do signo.

E termina, reconhecendo que qualquer feito precisa de personalidade e Alma para ser executado: “Foi Deus a alma e o corpo Portugal / Da mão que o conduziu.”

Mar Portuguêz – Fernando Pessoa

ESCORPIÃO

VIII. FERNÃO DE MAGALHÃES

No vale clareia uma fogueira.

Uma dança sacode a terra inteira.

E sombras desformes e descompostas

Em clarões negros do vale vão

Subitamente pelas encostas,

Indo perder-se na escuridão.

De quem é a dança que a noite aterra?

São os Titãs, os filhos da Terra,

Que dançam na morte do marinheiro

Que quis cingir o materno vulto –

Cingi-lo, dos homens, o primeiro–,

Na praia ao longe por fim sepulto.

Dançam, nem sabem que a alma ousada

Do morto ainda comanda a armada,

Pulso sem corpo ao leme a guiar

As naus no resto do fim do espaço:

Que até ausente soube cercar

A terra inteira com seu abraço.

Violou a Terra. Mas eles não

O sabem, e dançam na solidão;

E sombras desformes e descompostas,

Indo perder-se nos horizontes,

Galgam do vale pelas encostas

Dos mudos montes.

Escorpião é o signo em que a pessoa se torna um discípulo, ou seja, alguém que está conscientemente ajudando na evolução da humanidade. E para fazer isso, ele tem que testar seu poder: ir o mais longe possível dentro de si mesmo, encarar todas as suas misérias para poder morrer e renascer como uma Fênix, plenamente consciente de quem é e o quanto vale.

O lema transpessoal de Escorpião é “Guerreiro eu sou, e da batalha emerjo triunfante”. É a luta que vai trazer resultados, mesmo que a pessoa morra.

E este poema, contanto a história de Fernão de Magalhães, é exatamente isso: Fernão de Magalhães foi mais longe do que qualquer outro homem de sua época, e mesmo tendo morrido no meio do caminho, até hoje é conhecido como o primeiro a dar a volta ao mundo.

Mar Portuguêz – Fernando Pessoa

SAGITÁRIO

IX. ASCENSÃO DE VASCO DA GAMA

Os Deuses da tormenta e os gigantes da terra

Suspendem de repente o ódio da sua guerra

E pasmam. Pelo vale onde se ascende aos céus

Surge um silêncio, e vai, da névoa ondeando os véus,

Primeiro um movimento e depois um assombro.

Ladeiam-no, ao durar, os medos, ombro a ombro,

E ao longe o rastro ruge em nuvens e clarões.

Em baixo, onde a terra é, o pastor gela, e a flauta

Cai-lhe, e em êxtase vê, à luz de mil trovões,

O céu abrir o abismo à alma do Argonauta.

Sagitário é o signo do primeiro contato com o Divino. O discípulo venceu seus medos em Escorpião, e agora precisa aprender concentração. É o terceiro signo de fogo, o fogo em brasas, e por isso mesmo o mais duradouro. É onde o fogo da atração espiritual efetivamente dá resultados.

Neste poema Pessoa fala justamente sobre isso: sobre a calmaria que vem após a batalha em Escorpião, e que dá ao discípulo a chance de “ver a face de Deus.”

Mar Portuguêz – Fernando Pessoa

CAPRICÓRNIO

X. MAR PORTUGUÊS

Ó mar salgado, quanto do teu sal

São lágrimas de Portugal!

Por te cruzarmos, quantas mães choraram,

Quantos filhos em vão rezaram!

Quantas noivas ficaram por casar

Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena

Se a alma não é pequena.

Quem quere passar além do Bojador

Tem que passar além da dor.

Deus ao mar o perigo e o abismo deu,

Mas nele é que espelhou o céu.

Chegamos agora a Capricórnio, o signo da Iniciação. Este poema, que sugestivamente tem o mesmo nome de toda a segunda parte, retrata todo o esforço feito pelo discípulo em busca da iniciação.

O lema transpessoal de Capricórnio é “Perdido estou na luz divina, contudo naquela luz volto minhas costas.”, simbolizando a cabra que sobe a montanha, chega ao pico, e então volta para encontrar os amigos que ficaram no caminho e ajudá-los a também alcançar o cume.

Mostra o preço e as dores envoltas na conquista de si mesmo, mas “Tudo vale a pena / Se a alma não é pequena.”

E termina mostrando a própria ultrapassagem da personalidade: “Quem quere passar além do Bojador / Tem que passar além da dor. / Deus ao mar o perigo e o abismo deu, / Mas nele é que espelhou o céu.”

Mar Portuguêz – Fernando Pessoa

AQUÁRIO

XI. A ÚLTIMA NAU

Levando a bordo El-Rei D. Sebastião,

E erguendo, como um nome, alto o pendão

Do Império,

Foi-se a última nau, ao sol aziago

Erma, e entre choros de ânsia e de presago

Mistério.

Não voltou mais. A que ilha indescoberta

Aportou? Voltará da sorte incerta

Que teve?

Deus guarda o corpo e a forma do futuro,

Mas Sua luz projecta-o, sonho escuro

E breve.

Ah, quanto mais ao povo a alma falta,

Mais a minha alma atlântica se exalta

E entorna,

E em mim, num mar que não tem tempo ou ‘spaço,

Vejo entre a cerração teu vulto baço

Que torna.

Não sei a hora, mas sei que há a hora,

Demore-a Deus, chame-lhe a alma embora

Mistério.

Surges ao sol em mim, e a névoa finda:

A mesma, e trazes o pendão ainda

Do Império.

Em Aquário temos o impessoal: o ser já se tornou um Iniciado, e portando vai servir ao mundo com liberdade, igualdade e fraternidade, porém de forma impessoal, diferente de Virgem, onde este serviço é feito de maneira extremamente pessoal.

Esse poema simboliza exatamente a perda da pessoalidade em Aquário. Começa falando do “sol aziago”. O Sol, por ser o regente de Leão, está em exílio em Aquário.

Aquário é o aguadeiro, o servidor impessoal. Seu lema transpessoal é “Água da Vida eu sou, derramada para os homens sedentos”. E é precisamente isso que o poeta fala na Segunda estrofe: “Ah, quanto mais ao povo a alma falta, / Mais a minha alma atlântica se exalta / E entorna,”

O exílio de D. Sebastião no poema simboliza a perda da individualidade, que depois volta renovada e pronta para o serviço: “Não sei a hora, mas sei que há a hora, / Demore-a Deus, chame-lhe a alma embora / Mistério. / Surges ao sol em mim, e a névoa finda: / A mesma, e trazes o pendão ainda / Do Império.”

Mar Portuguêz – Fernando Pessoa

PEIXES

XII. PRECE

Senhor, a noite veio e a alma é vil.

Tanta foi a tormenta e a vontade!

Restam-nos hoje, no silêncio hostil,

O mar universal e a saudade.

Mas a chama, que a vida em nós criou,

Se ainda há vida ainda não é finda.

O frio morto em cinzas a ocultou:

A mão do vento pode erguê-la ainda.

Dá o sopro, a aragem –ou desgraça ou ânsia–

Com que a chama do esforço se remoça,

E outra vez conquistaremos a Distância –

Do mar ou outra, mas que seja nossa!

Peixes é o signo da transcendência, da união com Deus, do salvador do mundo. E para ilustrar essa transcendência de tempo e espaço, Pessoa usa em cada quadra do poema um tempo:

A primeira está no passado, simbolizando tudo o que foi sofrido para se chegar até aqui.

A segunda está no presente, e mostra que a chama está lá , que foi atingida e o iniciado está pronto para um novo ciclo.

E a terceira está no futuro, mostrando esse novo começo, este novo Áries que virá.

O lema transpessoal de Peixes é “Eu deixo o lar do meu pai e dando as costas eu salvo.” Pessoa escreve: “E outra vez conquistaremos a Distância — /Do mar ou outra, mas que seja nossa!” justamente simbolizando este retorno, com maior experiência, para reviver o ciclo em outro nível.

OS DOZE ARQUÉTIPOS DE JUNG E AS DOZE PERSONALIDADES DA ASTROLOGIA

O termo “arquétipo” tem suas origens na Grécia antiga, as palavras raiz são archein que significa “original ou velho” e typos que significa “padrão, modelo ou tipo”, o significado combinado é “padrão original” do qual todas as outras pessoas similares, objetos ou conceitos são derivados, copiados, modelados, ou emulados.

 

O psicólogo Carl Gustav Jung usou o conceito de arquétipo em sua teoria da psiquê humana, ele acreditava que arquétipos de míticos personagens universais residiam no interior do inconsciente coletivo das pessoas em todo o mundo, arquétipos representam motivos humanos fundamentais de nossa experiência como nós evoluímos consequentemente eles evocam emoções profundas.

 

Embora existam muitos diferentes arquétipos, Jung definiu doze tipos principais que simbolizam as motivações humanas básicas, cada tipo tem seu próprio conjunto de valores, significados e traços de personalidade, além disso, os doze tipos são divididos em três grupos de quatro, ou seja, Ego, Alma e Eu, os tipos em cada conjunto compartilha uma fonte de condução comum, por exemplo, tipos dentro do conjunto Ego são levados a cumprir agendas definidas pelo ego.

 

A maioria se não todas as pessoas têm vários arquétipos em jogo na construção da sua personalidade, no entanto, um arquétipo tende a dominar a personalidade em geral, ele pode ser útil para saber quais arquétipos estão em jogo em si e nos outros, especialmente nos entes queridos, amigos e colegas de trabalho a fim de obter uma visão pessoal sobre comportamentos e motivações.

 

Os Tipos de Ego

 

1.O Inocente (leão)

Lema: Livre para ser você e eu
Desejo principal: Chegar ao paraíso
Objetivo: ser feliz
Maior medo: Ser punido por ter feito algo de ruim ou errado
Estratégia: Fazer as coisas certas
Fraqueza: Chato por toda a sua inocência ingênua
Talento: Fé e otimismo
O Inocente também é conhecido como: utópico, tradicionalista, ingênuo, místico, santo, romântico, sonhador.

 

2.O Homem (virgem)

Lema: Todos os homens e mulheres são iguais
Desejo central: Ligação com os outros
Objetivo: Fazer parte
Maior medo: Ficar de fora ou se destacar da multidão
Estratégia: Desenvolver sólidas virtudes comuns, seja para a Terra ou o contato comum
Fraqueza: Perder o próprio Eu em um esforço para se misturar ou por uma questão de relações superficiais
Talento: O realismo, a empatia, a falta de pretensão
A pessoa normal também é conhecida como: O bom menino velho, o homem comum, a pessoa da porta ao lado, o realista, o cidadão sólido, o trabalhador rígido, o bom vizinho, a maioria silenciosa.

 

3.O Herói (áries)

Lema: Onde há uma vontade, há um caminho
Desejo central: Provar o valor para alguém através de atos corajosos
Objetivo: Especialista em domínio de um modo que melhore o mundo
Maior medo: Fraqueza, vulnerabilidade, ser um “covarde”
Estratégia: Ser tão forte e competente quanto possível
Fraqueza: Arrogância, sempre precisando de mais uma batalha para lutar
Talento: Competência e coragem
O herói também é conhecido como: O guerreiro, o salvador, o super-herói, o soldado, o matador de dragão, o vencedor e o jogador da equipe.

 

4.O Cuidador (libra)

Lema: Ame o seu próximo como a si mesmo
Desejo central: Proteger e cuidar dos outros
Objetivo: Ajudar os outros
Maior medo: Egoísmo e ingratidão
Estratégia: Fazer coisas para os outros
Fraqueza: Martírio e ser explorado
Talento: Compaixão e generosidade
O cuidador também é conhecido como: O santo, o altruísta, o pai, o ajudante, o torcedor.

 

Os Tipos de Alma

 

5.O Explorador (aquário)

Lema: Não me cerque
Desejo central: A liberdade de descobrir quem é através da exploração do mundo
Objetivo: A experiência de um mundo melhor, mais autêntico, mais gratificante na vida
Maior medo: Ficar preso, conformidade e vazio interior
Estratégia: Viajar, procurar e experimentar coisas novas, fugir do tédio
Fraqueza: Perambular sem destino tornando-se um desajustado
Talento: Autonomia, ambição, ser fiel a sua alma
O explorador também é conhecido como: O candidato, o iconoclasta, o andarilho, o individualista, o peregrino.

 

6.O Rebelde (capricórnio)

Lema: As regras são feitas para serem quebradas
Desejo central: Vingança ou revolução
Objetivo: Derrubar o que não está funcionando
Maior medo: Ser impotente ou ineficaz
Estratégia: Interromper, destruir ou chocar
Fraqueza: Cruzar para o lado negro do crime
Talento: Ousadia, liberdade radical
O rebelde também é conhecido como: O ilegal, o revolucionário, o homem selvagem, o desajustado, o iconoclasta.

 

7. O Amante (escorpião)

 

Lema: Você é único
Desejo central: Intimidade e experiência
Objetivo: Estar em um relacionamento com as pessoas no trabalho e no ambiente que eles amam
Maior medo: Ficar sozinho, ser um invisível, se indesejado, ser mal amado
Estratégia: Tornar-se cada vez mais atraente fisicamente e emocionalmente
Fraqueza: Com o desejo de agradar aos outros corre o risco de perder sua identidade externa
Talento: Paixão, gratidão, valorização e compromisso
O amante também é conhecido como: O parceiro, o amigo íntimo, o entusiasta, o sensualista, o cônjuge, o construtor de equipe.

 

8.O Criador (peixes)

Lema: Se você pode imaginar algo, isso pode ser feito
Desejo central: Criar coisas de valor duradouro
Objetivo: Realizar uma visão
Maior medo: A visão ou a execução medíocre
Estratégia: Desenvolver a habilidade e o controle artístico
Tarefa: Criar cultura, expressar a própria visão
Fraqueza: Perfeccionismo, soluções ruins
Talento: Criatividade e imaginação
O Criador também é conhecido como: O artista, o inventor, o inovador, o músico, o escritor, o sonhador.

 

Os tipos de Eu

 

9.O Tolo (sagitário)

Lema: Só se vive uma vez
Desejo central: Viver para o momento com pleno gozo
Objetivo: Ter um grande momento e iluminar o mundo
Maior medo: Se aborrecer ou chatear os outros
Estratégia: Jogar, fazer piadas, ser engraçado
Fraqueza: Frivolidade, desperdício de tempo
Talento: Alegria
O tolo também é conhecido como: O bobo da corte, o malandro, o palhaço, o brincalhão, o comediante.

 

10.O Sábio (gêmeos)

Lema: A verdade vos libertará
Desejo central: Encontrar a verdade
Objetivo: Usar a inteligência e a análise para compreender o mundo
Maior medo: Ser enganado, iludido, ou ser ignorante
Estratégia: Buscar informação e conhecimento, auto reflexão e compreensão dos processos de pensamento
Fraqueza: Pode estudar detalhes para sempre e nunca agir
Talento: Sabedoria, inteligência
O Sábio também é conhecido como: O perito, o erudito, o detetive, o conselheiro, o pensador, o filósofo, o acadêmico, o pesquisador, o pensador, o planejador, o profissional, o mentor, o professor, o contemplador.

 

11.O mágico (touro)

Lema: Eu faço as coisas acontecerem.
Desejo central: Compreensão das leis fundamentais do universo
Objetivo: Realizar sonhos
Maior medo: Consequências negativas não intencionais
Estratégia: Desenvolver uma visão e viver por ela
Fraqueza: Se tornar manipulador
Talento: Encontrar soluções ganha-ganha
O mágico também é conhecido como: O visionário, o catalisador, o inventor, o líder carismático, o xamã, o curandeiro, o feiticeiro.

 

12.O Governante (câncer)

Lema: O poder não é qualquer coisa, é a única coisa
Desejo central: Controle e poder
Objetivo: Criar uma família ou uma comunidade bem sucedida e próspera
Estratégia: Exercer o poder
Maior medo: O caos, ser destituído
Fraqueza: Ser autoritário, incapaz de delegar
Talento: Responsabilidade, liderança
O Governante é também conhecido como: O chefe, o líder, o ditador, o aristocrata, o rei, a rainha, o político, o gerente, o administrador.

 

As quatro Orientações cardeais

 

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doze arquétipos de Jung

 

As quatro orientações cardeais definem quatro grupos, com cada grupo contendo três tipos (como a roda de arquétipos acima ilustra), cada grupo é motivado por seu respectivo foco orientador: satisfação do ego, liberdade, socialidade e ordem, esta é uma variação nos grupos dos três tipos anteriormente mencionados, no entanto, todos os tipos dentro do Ego, Alma e Eu compartilham da mesma fonte de condução, os tipos que compõem a orientação dos quatro grupos têm diferentes unidades de origem, mas a mesma orientação de motivação, por exemplo, o cuidador é impulsionado pela necessidade de cumprir agendas do ego através do atendimento das necessidades dos outros que é uma orientação social, considerando que o herói também é impulsionado pela necessidade de cumprir agendas do ego o faz através de ação corajosa que comprova a autoestima, compreender os agrupamentos ajudará na compreensão da dinâmica de motivação e autopercepção de cada tipo.

 

Carl Golden

Origem: soulcraft

A Luz é invencivel

 

 

 

 

 

 

ASTROLOGIA E CABALA

 ASTROLOGIA E CABALA

Astrologia e Cabala

Freqüentemente as pessoas tratam a astrologia com descrédito quando dois indivíduos, nascidos exatamente na mesma hora, e no mesmo lugar, levam vidas completamente diferentes.As posições de seus planetas são idênticas, certo? Por que suas vidas não seguem exatamente os mesmos caminhos? 

A Cabala responderia da seguinte maneira:

É porque nossa vida não é determinada pelas posições dos planetas!

“O quê?!?”

Seria mais correto dizer que as posições dos planetas são determinadas por sua vida, ou vidas anteriores.

Seu nascimento ocorreu num momento específico porque era naquele preciso momento que sua alma precisava nascer.

 

Em outras palavras, não foi por acaso que você nasceu exatamente às 20:43 h, em 21 de julho, no Rio de Janeiro, Brasil…

O acaso não teve nada a ver com isso.

Como disse Albert Einstein:

“Deus não joga dados com o universo.”

E tampouco nossas almas empreendem jogos conosco.

A alma é o núcleo secreto mais íntimo de quem somos.

E o núcleo secreto mais íntimo de quem somos é nosso Desejo de Receber.

Então por que nossas almas — nossos Desejos de Receber — precisavam nascer exatamente no instante em que nasceram?

 

Cada um de nós nasceu no exato momento que nos ofereceu a melhor oportunidade de nos tornarmos mais parecidos com a Luz, e ascendermos a um nível mais alto de consciência.

Estamos aqui para melhorarmos, e nos tornarmos a causa de nossa própria plenitude.

Ao fazer isto, nos reconectamos com a Luz que nos criou.

 

A Cabala nos diz que nossa vida atual é um agregado de todas as nossas vidas anteriores.

Em nossas vidas passadas, enfrentamos problemas e desafios, e fizemos determinadas escolhas.

Algumas dessas escolhas foram boas — elas resultaram no crescimento do nosso Desejo de Receber para Compartilhar, e na evolução de nossas almas.

Algumas dessas escolhas significaram que nós Não estamos simplesmente reagindo a forças externas. Em vez disto, nós pró-agimos, e nos tornamos a causa de nossos próprios sentimentos.

 

Mas algumas de nossas escolhas não foram tão boas — elas resultaram no crescimento do nosso Desejo de Receber Somente para Si Mesmo, e assim limitaram o crescimento de nossas almas. Nós reagimos às influências externas que a vida nos jogou.

Sucumbimos a todas as tentações que gratificaram nossos egos, sem ter nenhuma consideração pela pessoa ao nosso lado.

Mas através do processo de reencarnação, nós retornamos a uma localização astrológica que nos dá a melhor oportunidade de revisitarmos aquelas escolhas medíocres e, fazendo escolhas diferentes, superar as limitações que detiveram o crescimento de nossas almas.

E teremos que jogar o jogo até acertarmos, continuando a jogar e a perder, a aprender e a lembrar, até descobrir todos os truques do jogo, passando por todos os níveis de dificuldade, e então… ganharmos!

Mas, no jogo da vida, cada vez que jogamos parece que esquecemos que já jogamos antes.

Cada vez que jogamos, parece que é a primeira vez.

A maioria de nós não consegue se lembrar como vivemos nessas vidas passadas, ou onde falhamos, ou quais escolhas limitaram o crescimento de nosso Desejo de Receber para Compartilhar….

 

Então, quando essas mesmas escolhas surgem diante de nós mais uma vez nesta vida, como podemos tomar decisões melhores?

Para começar a responder a essa pergunta, imagine que você está numa viagem cósmica.

Sua jornada é influenciada por todas as outras viagens que você já fez, mas você não consegue lembrar de nenhuma delas.

O caminho está sujo, com todos os tipos de desvios e remendos de estrada ruim, lugares que você poderia evitar se apenas conseguisse

lembrar do que fez em sua última viagem. Mas como não consegue se lembrar, você fica todo enrolado. E Você se perde.

Você nunca chega à sua destinação, e por causa disso se sente frustrado, não realizado, desapontado e infeliz.

Isso lhe parece familiar?

 

A maioria de nós se sente preso no tráfego, de uma maneira ou de outra.

Não seria bom se alguém pudesse nos entregar um mapa quando começamos, para ajudar a nos desviarmos de todos os pontos problemáticos?

Bem, esse mapa existe.

O mapa identifica claramente o tipo de escolhas que fizemos antes, e sugere caminhos alternativos para chegar o mais rápido,

a melhor destinação que podemos alcançar nesta viagem específica.

E a Cabala nos diz que está tudo no código genético de nossas almas, também conhecido como nosso Mapa Astral.

 

Por: Rabino Philip Berg

 

 

 

06 DE JANEIRO – DIA DO ASTRÓLOGO